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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amy



Por Ribamar Filho
O dia 23 de julho de 2011 fica marcado na história da música. Voz forte e melancólica. Amy Winehouse, em sua passagem meteórica, foi umas das cantoras mais influentes deste início de século. Ou a mais influente?

Dois álbuns somente. E só no segundo, “Back to Black”, de 2006, alça o status de estrela mundial da música. Prêmios aos montes, fãs aos milhões, um visual grunge e original que impactou o planeta.

Amy e sua mãe na noite em que recebeu 5 prêmios Grammy

Esperava sua volta aos palcos agora, numa turnê pela Europa. E às paradas de sucesso, com músicas inéditas, mas com as letras viscerais de sempre.

Ainda ecoa, em minha mente, sua voz, que me remete a uma profunda tristeza, mas que, ao mesmo tempo, expõe, de forma clara, a sua raiz: o jazz, envolto a ótimas batidas de blues.

Mas vidas assim dificilmente passam dos 27.

Descanse, Amy!

Fique com "Rehab":



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Michael não morreu


Por Ribamar Filho


A sensação é estranha. Não me parece que Michael tenha morrido. Apesar de todos dizerem que ele não está mais entre nós, o eterno Rei do Pop teima em continuar conosco. A maior e melhor referência no universo da música pop é ele ainda e o será por muito tempo. E se Elvis não morreu, porque Michael haveria de ter morrido? Amanhã, 25 de junho, faz dois anos que enterraram um corpo. Mas a lenda sobrevive, cada vez mais talentosa, fascinante, inovadora e reveladora. Enfim, um brinde a Michael Jackson!


Neste post, escrevo não como crítico, mas como fã. Fui pêgo de surpresa, há dois anos, com o anúncio de sua morte prematura aos 50 anos. Mas é impossível conjugar os verbos no passado. Eu sinto a presença desse artista completo, que continua sendo inspiração para vários de seus contemporâneos, que sempre fazem menção ao Rei em suas apresentações, músicas e clipes.




Até o lançamento de Thriller, em 1982, a ferramenta videoclipe não era tão bem explorada. Mas Michael arrebentou! Seguiram-se Billie Jean, Beat it, Bad, Black or White, Remenber the time, Smooth Criminal e tantos outros. Referência no gênero, trouxe a estética certa para uma ferramenta de divulgação que jamais seria a mesma depois dele.


Muitas surpresas durante sua breve passagem pelo mundo da música, da arte e da dança. Passos como moonwalk e robot são dois estilos inéditos, que introduziram um novo modo de dançar e são febre em todo o mundo. As turnês mais caras e disputadas. Efeitos especiais, coreografias inovadoras e histeria marcam sua história. Os palcos ainda esperam o seu retorno e ele há de voltar.


E ainda nos chegam músicas inéditas. As homenagens e os tributos não param. Os clipes de Hollywood Tonight e de The Behind The Mask Project são exemplos vivíssimos do quanto somos fascinados e agradecidos a Michael.




Sua influência é infinita. Pensar em música, estilo, arte, inovação e tantos outros adjetivos referentes ao mundo pop, sem pensar em Michael é quase uma blasfêmia.


Eu disse lenda lá em cima? Que lenda que nada! Ele é real. Sua presença é viva dentro dos corações de todos os artistas, de todos os músicos e principalmente, de todos nós, fãs de carteirinha.


Michael para sempre. Jackson forever!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

SPFW no circuito da moda mundial


Por Ribamar Filho

Todos já conhecem a semana de moda mais famosa do país: a São Paulo Fashion Week (SPFW). Criada em 1996 por Paulo Borges, se consolida como o ponto alto da moda brasileira ao revelar as principais tendências para a estação e por apresentar as maiores grifes do país em desfiles sempre de encher os olhos. Já são 15 anos de história. E a presença mais esperada continua sendo a da top Gisele Bündchen, por motivos óbvios.

A semana de Sampa ja é o mais importante evento de moda da América Latina e corre, a todo vapor, para integrar o circuito da moda mundial ao lado de Paris, Milão, Nova York e Londres.

Uma edição que nunca vai sair da nossa memória é a de 2004, quando o estilista Jum Nakao entrou para a história da moda mundial ao apresentar o seu trabalho “A costura do invisível” com o desfile impactante em uma coleção inteira feita de papel, que, no final, foi literalmente rasgado pelas modelos.


Além de estilistas e marcas como Animale, Colcci, Gloria Coelho e Ronaldo Fraga, gente graúda do mundo da moda e famosos fazem grande barulho. Já foram várias as participações especiais: pisaram na passarela da SPFW nomes como Paris Hilton, Ashton Kutcher, Christina Aguilera, Naomi Campbell e Raquel Zimmermann.

Nessa edição, com as tendências para o verão 2012, vão desfilar designers de 35 grifes nas passarelas da Bienal do Parque do Ibirapuera até o próximo sábado, dia 18 de junho.

Mais informações, no site oficial: http://www.ffw.com/ no link SPFW. 

terça-feira, 31 de maio de 2011

O Brasil respira moda



Por Ribamar Filho


As semanas de moda brasileiras já fazem parte do calendário mundial. Podem não fazer frente às de Nova Iorque e de Milão. Mas já figuram entre as mais importantes do mundo. Nomes como Alexandre Herchcovitche e Giulia Borges e marcas como Salinas, Rosa Chá e Lenny são somente alguns dos ingredientes que nos esperam no Fashion Rio, que começa hoje. Então, todos para o Rio de Janeiro, que, até 4 de junho, vai ser a capital da moda no nosso país.
E depois do Rio vai ser a vez de São Paulo se tornar capital. A partir do dia 13 de junho, mais uma edição da São Paulo Fashion Week (SPFW), que já se consolidou como uma das semanas de moda mais esperadas do mundo. Sempre com grandes surpresas para o “fashion world tupiniquim”.

E para quem não pode perder nenhuma novidade, vale um clique no site oficial das duas feiras: http://www.ffw.com.br/


Mas para terminar a postagem, cabe um registro importante: não podemos esquecer de outros pólos de grande força na moda nacional, como o Espírito Santo e as Minas Gerais, é claro. E que semana de moda tivemos no Nordeste, a "Dragão Fashion". Foi um arraso!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O beijo da revolução

Reprodução da cena do beijo gay de Amor e Revolução do SBT

Por Ribamar Filho

O primeiro beijo gay da teledramaturgia brasileira, exibido na novela Amor e Revolução, do SBT, na semana passada, foi literalmente uma revolução. A cena vai repercutir por muitos anos, mesmo quando o beijo gay for corriqueiro nas telinhas do país. Gol de placa do dono do Baú, sempre na vanguarda. Globo e Record marcaram passo.

Em tevês de países como os Estados Unidos, Canadá, México e em todo o continente europeu, o tema, há muito, já é tratado de forma tão natural que vem derrotando de goleada o preconceito.

Mas, aqui no Brasil, há tempos a cena era só ensaiada. Autores como Aguinaldo Silva, Gloria Perez e Manoel Carlos tentaram, de todo jeito, emplacar o tal beijo. Mas, na hora H, a tesoura da censura entrava em cena e ..... barrava a cena.

Em América, de Gloria Perez, o beijo chegou a ser gravado, mas foi vetado na edição final. Nas novelas Senhora do Destino e Mulheres Apaixonadas, de Aguinaldo Silva e de Manoel Carlos, respectivamente, houve até estalinho. Mas ficou por aí.

E eis que, sem tanto estradalhaço, as atrizes Luciana Vendramini e Gisele Tigre marcaram época na trama de Tiago Santiago. Nunca mais a teledramaturgia brasileira será a mesma. O beijo gay da trama do SBT é somente a ponta do iceberg. A tendência é que, daqui em diante, o tema seja tratado com menos pavor. Coitados dos armários.

Vale a pena ver de novo? Claro que vale!

sábado, 30 de abril de 2011

O conto de fadas de Kate Middleton


Por Ribamar Filho

O mundo parou, na manhã de ontem, para assistir ao casamento do príncipe William com Kate Middleton. Mesmo quem procurou ficar alheio ao evento, não teve chance. As tevês "martelaram" durante meses o assunto e, por diferentes razões, todos nós ficamos super, hiper curiosos. Na cabeça da mulherada, uma pergunta não se calava: como vai ser o vestido de Kate?

Foram feito "bolões" de todos os tipos e em toda parte do mundo. E depois de muita falação e comparações com Lady Diana, Kate mostrou ao mundo a peça criada pela estilista Sarah Burton, diretora criativa da marca do imortal Alexander McQueen.

Ali estava o estilo de Middleton. Para os que esperavam uma peça exuberante, tal como a de Lady Di, pode até ter sido uma decepção, mas temos que admitir que a moça tem estilo moderno e sofisticado, o que, para os amantes da moda, cai como uma luva. Com caimento mais reto e fluido, a peça, com tom neutro, trouxe o minimalismo que a noiva ostenta no seu modo de vestir no cotidiano. A cauda nada lembrava a do casamento da mãe de William, que tinha 7,6 metros. A de Kate, feita de gaze de seda e organza, teve apenas 2,7 metros.

Mas no quesito elegância e simpatia, a noiva lembrou demais a eterna princesa do povo, com muitos sorrisos e acenando para o público, que aprovou a escolha do príncipe e vibrou com a mais nova integrante da Realeza. Ela promete contar muitas histórias para alimentar o desejo do povo e o da mídia, além de dar um “novo tempero” para a monarquia, que parece meio fora de moda, mas que continua viva e ativa como os contos de fada.

Bem que já estava na hora de a Família Real Britânica promover um grande casamento. Desde 1981, quando Lady Diana se uniu ao pai de William, o príncipe Charles, não se via evento tão grandioso no planeta. Será que o próximo só em 2041?