
Quer ver mais imbecilidades deste nível? Visite o site pessoal de Rodrigo Shampoo ou o blog do Dogcão e sua turma, basta clicar nos nomes ou procurar que nem retardado no Google.


Com direção de Francis Lawrence e roteiro adaptado por Richard LaGravenese, a obra se baseia no livro homônimo de Sara Gruen, 1° lugar entre os Best-Sellers do New York Times. Os 122 minutos de duração da produção contam a história de Jacob Jankowski (Robert Pattinson), que aos 23 anos perde seus pais em um acidente de carro, tem sua casa e bens confiscados pelo Banco devido à dívidas do pai e por isso deixa de fazer os exames finais da faculdade de veterinária que cursava. O drama inicial se passa no período da Grande Depressão nos EUA, mas ao contrário do que se poderia pensar, isso não torna os fatos mais dramáticos ainda, pois esse início de enredo logo se perde quando Jacob entra clandestinamente em um trem. Trem este que carregava nada mais nada menos do que um circo: o Esquadrão Voador dos Irmãos Benzini, o Maior Espetáculo da Terra.
A produção não é surpreendente, mas não deixa de ser boa. Algumas críticas têm sido negativas pois o filme tem sido julgado como pertencente ao gênero Drama. Mas os distribuidores da produção erraram. O filme não é um drama, é na verdade um Romance. O drama serve apenas como pano de fundo para contar a história de Jacob e Marlena, que possuem um final previsível, ou seja, feliz.
Produzido pela Blue Sky Studios e pela Twentieth Century Fox Animation, e distribuída pela última citada, “Rio” é uma animação em 3D que possui 1h36min de duração e que tem encantado o público por onde passa.
Uma cena intensa e até dolorosa é a de Fernando, um menino sem família e muito pobre (e que por isso cometeu atitudes não muito legais), em seu barraco quase caindo aos pedaços e atrás, a linda Zona Sul toda iluminada, com os nossos queridos morros da Urca e do Pão de Açúcar. É de fazer chorar a diferença social existente em nosso país. Mas Don Rhymer, o roteirista do filme, foi bacana ao não mostrar estereótipos em relação às favelas. Em um primeiro instante achamos que é o contrário, pela cor do menino. Mas depois vemos o menino se arrepender, ajudar a encontrar as ararinhas e, no final, é adotado pelo casal Linda e Túlio. Está mesmo mais do que na hora da sociedade ver que favela é apenas um morro com diversas casas com algumas características “peculiares“, mas que não fazem de todo morador má pessoa.

A próxima grande obra de arte que será analisada por Dogcão, será a pintura Os Comedores de Batata, de Vincent Van Gogh, de 1885 (ele deve tá velho, hein!).
Para iniciar esta profunda análise, é necessário saber porque o gênio do impressionismo, Van Gogh, deu o nome Os Comedores de Batata ao quadro. A resposta é bem simples: “Porque eles comiam batata” disse o pintor em entrevista exclusiva à jornalista Patrícia Poeta, no Fantástico de domingo passado.
Van Gogh sofria bullying na escola por ser orelhudo, sendo chamado de Dumbo todos os dias. Anos mais tarde, quando já trabalhava no Banco Itaú, arrancou sua própria orelha para se vingar dos antigos colegas de escola. Quando Vincent Van Gogh completou 18 anos, comprou um carro para participar da Fórmula1. Revoltado por ter ficado atrás de Rubens Barrichello, o pintor vendeu o carro e comprou tudo em batatas, doando para Cândido Portinari, que repassou as toneladas de batatas para os pobres do sertão nordestino.
Após a boa ação, Van Gogh foi convidado por uma família pobre que recebeu a doação de batatas, para tomar uma sopa de batata, acompanhado de purê de batata, batata rostie, batata sauté, batata portuguesa, batata cozida, batata noisette, batata salteada, batata palha e batata frita, e para beber um suco de batata. O pintor holandês não pensou duas vezes e aceitou o convite. Assim nasceu a pintura, durante um jantar cheio de batata com vários comedores de batata.
Após o episódio, Van Gogh viciou-se em batatas, e foi para um centro de reabilitação para se livrar do mal que lhe atingia. Lá ele conheceu Charlie Sheen, Britney Spears e Lindsay Lohan, com quem teve um caso. Ele conseguiu se livrar do vício em batatas 13 minutos depois de entrar na clínica, mas teve recaída. O vício em batatas era tão grande que ele passou a fumar batata, cheirar batata e injetar batata e, infelizmente, suas veias entupiram e ele morreu.
Esse é o Dogcão revelando mais um mistério das grandes obras de arte.
OBS.: Jamais leve a sério nada que esteja escrito neste blog. Jamais mesmo. Nunca!
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